terça-feira, 29 de dezembro de 2015

NO RIO CORRENTE DA VIDA


 No rio corrente da vida
Onde a dor e a ferida
Parecem ir e voltar
Sem lembrar de lá ficar...

Lá! Bem longe de nós
Que nos sentimos sós
E fingimos que a felicidade
Já chegou e a ansiedade
De um todo perfeito se perdeu.
No fim do labirinto e eu.
Que posso fazer sem você?

Se não aprendi a viver
Sem o teu conselho amigo
Sem o teu lindo sorriso...

Me perco em dúvidas
E minh’alma extravasa
E corro para te encontrar
E de novo te falar
Da imensa alegria
Que tu sabes me transmitir!

DILMA MOTA

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