quinta-feira, 5 de maio de 2016
ENTRE ROSAS
Por uma rosa,
por um espinho,
fui de encontro à tua mão,
resplandeceu o que havia de sagrado,
a força da tua amizade.
Porém, veio a distância...
Você partiu
e partiu meu coração!
No silêncio que clama,
na distância ecoada ao vento,
sou envolto em solidão.
Com o frio da tua ausência,
sem o sol da tua alegria,
esqueço da vida...
e vivo a vagar,
a lembrar-me da rosa!
Se há um mistério grandioso,
a tua amizade é sinal em minha vã existência.
Uma magnífica experiência,
alheia à compreensões.
Por uma rosa,
por um espinho...
esta amizade é pérvia
e se faz caminho!
DILMA MOTA
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